Please use this identifier to cite or link to this item: http://rima110.im.ufrrj.br:8080/jspui/handle/20.500.14407/23442
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorFerreira, Silvana Martins-
dc.date.accessioned2025-10-07T23:26:19Z-
dc.date.available2025-10-07T23:26:19Z-
dc.date.issued2025-08-28-
dc.identifier.citationFERREIRA, Silvana Martins. Estudo comparativo da evolução dos modelos epidemiológicos: SI, SIS, SIR, SIRS e com o advento da vacinação, SIRV. 2025. 115 f. Dissertação (Mestrado em Modelagem Matemática e Computacional) - Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23442-
dc.description.abstractO objetivo deste trabalho é realizar um levantamento bibliográfico, sobre os modelos epidemi- ológicos básicos, diante do contexto gerado pelas epidemias causadas por agentes infecciosos, além de propor um estudo sobre o método de Runge kutta de primeira ou segunda ordens, apli- cado a estes modelos e suas evoluções temporais. O foco estará nas possibilidades de uso da modelagem, por sistemas de equações diferenciais ordinárias. Computacionalmente será uti- lizado o software Octave para os gráficos, o Geogebra para a construção dos planos de fase e o Scratch para a demonstração das iterações. Foi realizada uma seleção dos modelos, para a devida implementação computacional, o que permitirá transitar entre abordagens teóricas e práticas. A partir das simulações numéricas, faremos algumas análises, sobre as evoluções tem- porais dos modelos. Partiremos do modelo mais simples SI, até a conclusão dos estudos com o modelo SIRV. A nossa proposta é que o leitor refaça alguns dos cálculos presentes neste tra- balho e também realize complementações. Alguns dos sistemas foram adimensionalizados, e priorizamos utilizar a linearização, quando isto foi possívelpt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiropt_BR
dc.subjectModelagens Matemáticas Epidemiológicaspt_BR
dc.subjectModelagens Epidemiológicaspt_BR
dc.subjectModelagens Matemáticas de Doenças Infecciosaspt_BR
dc.subjectEpidemiological Mathematical Modelingpt_BR
dc.subjectEpidemiological Modelingpt_BR
dc.subjectMathematical Modeling of Infectious Diseasespt_BR
dc.titleEstudo comparativo da evolução dos modelos epidemio- lógicos: SI, SIS, SIR, SIRS e com o advento da vacinação, SIRV. Silvana Martins Ferreira 2024pt_BR
dc.title.alternativeComparative study of the evolution of models epidemio- logical factors: SI, SIS, SIR, SIRS and with the advent of vaccination, SIRVen
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstractOtherThe objective of this work is to carry out a bibliographic survey on the epidemiological models of the in view of the context generated by epidemics caused by infectious agents, in addition to proposing a study on the Runge kutta method, applied to these models and their temporal evolutions. The focus will be on the possibilities of using modeling, by systems of ordinary differential equations. Computationally, the Octave software will be used to the graphics, Ge- ogebra for the construction of the phase plans and Scratch for the demonstration of iterations. A selection of the models was carried out for the proper computational implementation of the which will allow the transition between theoretical and practical approaches. From the simula- tions We will make some analyses on the temporal evolutions of the models. Leave from the simplest SI model, to the conclusion of studies with the SIRV model. Our proposal It is for the reader to redo some of the calculations present in this work and also to make complements. Some of the systems were dimensionalized, and we prioritized using linearization, when this was possible.en
dc.contributor.advisor1Vera-Tudela, Carlos Andrés Reyna-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5855-8611pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6509989261742578pt_BR
dc.contributor.referee1Vera-Tudela, Carlos Andrés Reyna-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5855-8611pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6509989261742578pt_BR
dc.contributor.referee2Ventura, Sergio Drumond-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9166-1856pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8442192944034550pt_BR
dc.contributor.referee3Tostas, Rogério Gomes de Lima-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9328039397577051pt_BR
dc.creator.Lattesttp://lattes.cnpq.br/1969554849484053pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Exataspt_BR
dc.publisher.initialsUFRRJpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Modelagem Matemática e Computacionalpt_BR
dc.relation.references1 QUADROS, A. S. Modelos epidemiológicos para propagação de informação. Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013. 2 HETHCOTE, H. W. The mathematics of infectious diseases. SIAM REVIEW, v. 42, n. 4, p. 599–653, 1976. 3 MOLLISON, D. The structure of epidemic models, in epidemic models: their structure and relation to data. Cambridge, 1995. 4 BASSANEZI, R. C. Equações diferenciais ordinárias: um curso introdutório. Universidade Federal do ABC, 2011. 5 RODRIGUES, R. A. Modelos matematicos em epidemiologia. Universidade Federal do Pampa, Campus Itaqui, Matemática, 2021. 6 YEAP, H. L. et al. Dynamics of the “popcorn” wolbachia infection in outbred aedes aegypti informs prospects for mosquito vector control. Genetics, v. 187, p. 583–595, 2011. 7 VIANA, D. V.; IGNOTTI., E. A ocorrência da dengue e variações meteorológicas no brasil: Revisão sistemática. Revista brasileira de epidemiologia, v. 16, n. 2, p. 240–256, 2013. 8 ZARA, A. L. d. S. A. et al. Estratégias de controle do aedes aegypti: Uma revisão. Epidemiologia e serviços de saúde, v. 25, n. 2, p. 391–404, 2016. 9 ROSS, P. A. et al. Loss of cytoplasmic incompatibility in wolbachia-infected aedes aegypti under field conditions. PLoS Neglected Tropical Diseases, v. 13, n. 4, 2019. 10 LUNA, E. J. A.; SILVA, J. B. d. Doenças transmissíveis, endemias, epidemias e pandemias. in fundaÇÃo oswaldo cruz. a saúde no brasil em 2030 - prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: população e perfil sanitário [online]. Rio de Janeiro:Fiocruz/Ipea/Ministério da Saúde/Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, v. 2, p. 123–176, 2013. 11 SILVA, H. H. G. d.; SILVA, I. G. da. Influência do período de quiescência dos ovos sobre o ciclo de vida de aedes aegypti (linnaeus, 1762) (diptera, culicidae) em condições de laboratório. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 32, n. 4, p. 349–355, 1999. 12 SCOTT, T. W. et al. Detection of multiple blood feeding in aedes aegypti (diptera: Culicidae) during a single gonotrophic cycle using a histologic technique. Journal of Medical Entomology, v. 30, n. 1, p. 94–99, 1993. 13 DYE, C. The analysis of parasite transmission by bloodsucking insects. Annual Review of Entomology, v. 37, p. 1–19, 1992. 14 LUIZ, M. H. R. Modelos matemáticos em epidemiologia. Universidade Estadual Paulista, 2012. 15 CAETANO, M. T. P. Modelagem matemática da influenza a (h1n1).2005. Universidade Estadual de Campinas., 2010. 16 WORLD Health Organisation. Immunity passports in the context of COVID-19. 2020. Disponível em: <https://www.who.int/news-room>. 17 MINISTéRIO da Saúde. O que é COVID-19. 2020. Disponível em: <https: //coronavirus.saude.gov.br/>. 18 ZILL, D. G. et al. Matemática avançada para engenharia 3. [S.l.]: ARTMED EDITORA S.A(Bookman), 2009. 19 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. Atlas, 2002. 20 VIEIRA, A. d. O. Estudo sobre modelos matemáticos aplicados à epidemiologia: Modelo sir, sir com vacinação e sirs. Trabalho de Conclusão do Curso Superior de Licenciatura em Matemática- IFSP São Paulo, 2016. 21 PINTO, L. H. d. S. Equações diferenciais ordinárias aplicadas à epidemiologia. Universidade Federal de São Paulo, 2021. 22 BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 23 MAY, R.; ANDERSON, R. Population biology of infectious diseases: Part i. Nature, v. 280, p. 361–367, 1979. 24 KERMACK, W. O.; MCKENDRICK, A. G. Proceedings of the royal society of london. Series A, Containing Papers of a Mathematical and Physical Character, v. 115, 1927. 25 EDELSTEIN-KESHET, L. Mathematical models in biology. Philadelphia: Siam, 1988. 26 TELES, P. Modelos compartimentais e aplicações. Rev. Ciência Elementar, v. 8, n. 2, 2020. 27 ALLEN, L. J. S. An introduction to mathematical biology. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2007. 28 QUARTIERI, M. T. Estudos de modelos epidemiológicos determinísticos básicos em doenças causadas por microparasitas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2004. 29 PIRES, L. C. A. Estudos de modelos epidemiológicos determinísticos básicos que incluem transmissão vertical. Dissertação (Mestrado em Matemática Aplicada) - Programa de Pós-Graduação em Matemática Aplicada, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. 114 30 FLORES, M. M. L. et al. Equações diferenciais e modelos epidemiológicos. [S.l.]: Editora do IMPA, 2021. 31 MURRAY, J. D. Mathematical biology. Berlin: Springer-Verlag Berlin Heidelberg, v. 19, 1989. 32 ROCHA, D. I. C. Modelos matemáticos aplicados à epidemiologia . Dissertação (Mestrado em Métodos Quantitativos em Economia e Gestão) - Faculdade de Economia, Universidade do Porto, 2012. 33 HIRSCH, M. W.; SMALE, S.; DEVANEY, R. L. Differential equations, dynamical systems an introduction to chaos. Atlanta: Elsevier, v. 60, n. 2, 2004. 34 HAIDUCK, M. P. Estudo analítico e numerico de modelos epidemiológicos clássicos do tipo s.i., s.p.r. e s.i.s. Universidade Regional Integrada do alto Uruguai das missões URI – campus de Erechim, 2008. 35 BORTOLI, A. L. D. Introdução à Dinâmica de Fluidos Computacional. [S.l.]: Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1999. 36 ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Equações diferenciais. São Paulo: Pearson Education do Brasil, v. 2, n. 3, 2001. 37 LOPES, L. E. d. S.; PRATA., R. A. C. Modelo epidemiológico para a aids em manaus-am com a solução interativa fuzzy. Biomatemática IMECC– UNICAMP, Depto Matemática, ICE– UFAM, 69.080-005, Manaus/AM, v. 29, p. 69–80, 2019. 38 FERREIRA, S. M. Calculadora para Aids: modelos SI, SIS, SIR e SIRV. 2025. <https://scratch.mit.edu/projects/1208253469/fullscreen/>. Acesso em: 17 ago. 2025. 39 FRANCO, C. M. R.; DUTRA, R. F. Modelos matemáticos em epidemiologia e aplicação na evolução da COVID-19 no Brasil e no estado da Paraíba Educação, Ciência e Saúde, online, v. 7, n. 1, p. 1-20, jan./jun., 2020. 2020. Disponível em: <http://periodicos.ces.ufcg. edu.br/periodicos/index.php/99cienciaeducacaosaude25/article/view/269/pdf_72.> 40 FERREIRA, S. M. Calculadora para Covid-19: modelos SI,SIR e SIRV. 2025. <https://scratch.mit.edu/projects/1198452205/fullscreen/>. Acesso em: 17 ago. 2025. 41 DYE, C.; WILLIAMS, B. Criteria for the control of drug resistant tuberculosis. In Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS2002), v. 97, p. 8180–8185, 2000. 42 DYE, C. et al. Prospects for worldwide tuberculosis control under the whodots strategy. Lancet 352, p. 1886–1891, 1998. 43 GOMES, P. D. Um modelo matemático para a epidemia de tuberculose. Universidade Federal Fluninense, 2004. 44 FERREIRA, S. M. CALCULADORA DAS PROGRESSÔES DIRETA(SI) E INDIRETA(SLI) PARA A TUBERCULOSE NO SCRATCH. 2025. <https://scratch.mit.edu/projects/1198458425/ fullscreen/>. Acesso em: 17 ago.pt_BR
dc.subject.cnpqCiência da Computaçãopt_BR
dc.subject.cnpqProbabilidade e Estatísticapt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Modelagem Matemática e Computacional

Se for cadastrado no RIMA, poderá receber informações por email.
Se ainda não tem uma conta, cadastre-se aqui!

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
SILVANA MARTINS FERREIRA.pdf2.21 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.